segunda-feira, 14 de maio de 2012

Somos capazes de gerar 70 mil pensamentos por dia. Será?


De acordo com informações que correm pela internet, o ser humano é capaz de gerar aproximadamente 70 mil pensamentos por dia. Isso se traduziria em 3 mil pensamentos por hora, 50 por minuto, e um e um pouquinho por segundo. Mas será que realmente somos capazes de pensar tanto assim?
Para responder a essa pergunta, um neurocientista que escreve para o Neuroskeptic decidiu dar uma revisada nesses números e descobrir a verdade sobre essa afirmação. Ele descobriu que 70 mil é apenas uma das diversas estimativas que aparecem na internet. Aliás, o cientista encontrou cifras que variam dos 12 aos 80 mil pensamentos por dia, mas nenhuma pesquisa ou estudo válido sobre esse assunto sequer.

Pensamentos e experiências pessoais

Depois de analisar informações publicadas por organizações governamentais e até mesmo por cientistas e médicos de renome — que surpreendentemente se basearam nas mesmas informações que circulam pela web —, ele fez uma estimativa geral, considerando variáveis como horas de sono, experiências diárias e a duração do dia, chegando ao número médio de 20 mil pensamentos ao dia.
Embora o cientista afirme ser um tanto quanto complicado quantificar e dividir a nossa rotina em pensamentos — mais que pensamentos, vivemos experiências —, tudo parece indicar que, ainda que sem muito fundamento científico, a ideia de 70 mil pensamentos diários parece muito mais atrativa que a de apenas 20 mil. E você leitor, acredita que produz 70 mil pensamentos por dia?
                                                                                                                                     Nathália Rinco


Mensagens do Facebook estão matando o serviço de SMS


As mensagens de texto enviadas pelo celular estão morrendo e um dos seus principais carrascos pode ser o Facebook. Nos Estados Unidos, o uso de mensagens SMS está em declínio. Os responsáveis, além do mensageiro do Facebook, são outros serviços disponíveis em smartphones, como o WhatsApp, o BlackBerry Message e o Apple iMessage.
De acordo com a Strand Consult, o modelo de negócios adotado pelas operadoras é o principal responsável pelo desinteresse por parte do público. “Se o consumidor pode escolher entre um serviço gratuito e outro que cobra pela sua execução, não há dúvidas que ele vai escolher o primeiro”, explica.
Entretanto, o Facebook sai na frente se comparado ao Google, por exemplo, pelo simples fato de a rede social apresentar de maneira dinâmica uma lista com seus amigos e familiares, com os quais você mantém contato com frequência. A adoção do pagamento por mensagem única, como acontece no Brasil, é uma das soluções levantadas pela empresa de consultoria para salvar os SMS.
                                                                                                                              Nathália Rinco



Celular com câmera de 41 megapixels é capaz de tirar fotos impressionantes da Terra





O Nokia 808 Pureview é um celular que traz como diferencial todo o poder de captura de sua câmera. E não estamos falando de pequenas diferenças em relação aos outros dispositivos da concorrência; o celular vem equipado com uma supercamera, capaz de tirar fotos com absurdos 41 megapixels de resolução.
Para mostrar a capacidade do Nokia 808 Pureview de tirar belas imagens, a Nokia lançou um viral em que um grupo de aventureiros prende o celular a um gigantesco balão. O resultado é aquela impressionante (e belíssima) imagem da Terra.
Falando no novo gadget da Nokia, apesar de o aparelho já ter sido homologado pela Anatel, ainda não foram divulgadas informações sobre a data de lançamento ou o preço do Nokia 808 Pureview no Brasil.
                                                                                                                                Nathália Rinco



Saiu Jailbreak iOS 5.1.1 tethered




Os fãs da Apple que não gostam de pagar por seus aplicativos podem ficar felizes: saiu o Jailbreak para o mais recente software de iPhone, iPad e iPod.
Não adiantou a Apple caprichar na segurança para a versão mais recente do seu IOS, pois hackers já quebraram as barreiras e lançaram o novo software Jailbreak que permite a instalação do Cydia entre outros sotwares piratas para o iPhone, permitindo inclusive instalar aplicativos pagos de maneira gratuita.iPhone, iPad e iPod.

Essa versão ainda é tethered, ou seja, para desligar e ligar o telefone você continua precisando conectar o dispositivo a um computador e dar boot pelo redsnow, mas para quem já estava acostumado com isso não é problema nenhum.É a maçã mais uma vez tendo um abacaxi em mãos para descascar. Será que um dia a Apple conseguirá criar algo à prova de hackers? Acho que nem o tempo pode responder essa, tendo em vista que tudo que já foi criado, deram um jeito de piratear ou invadir de alguma forma.

Tatiane Ribeiro

Reportagem site Terra - TECMUNDO

domingo, 13 de maio de 2012

iPhone 5 será mais fino

 



A apple gosta de produtos belos e prioriza o design sempre. Desta forma, faz questão estar à frente dos concorrentes não apenas em sua tecnologia, mas também em obter o visual mais moderno sem perder em funcionalidade.Apostando na comodidade no transporte, o novo iPhone 5 terá dimensões ainda mais reduzidas em largura. Esta mudança se dá através de uma solução diferente para seu touchscreen, segundo o analista Ming Kuo-Chi. O sensor de toque formará um componente único com o visor LCD. A incorporação dos dois elementos gera uma economia de superfície e exclui a necessidade de mais uma camada. O iPhone 4S possui 9,3 milímetros de espessura. Ao substituir a tela de toque por uma única camada, esta grossura é reduzida para 8,86 milímetros. Para diminuir um pouco mais, a tampa de metal e a bateria do iPhone 5 também seriam mais finos, o que daria o total de 7,9 milímetros de espessura
Além de tudo, a fabricação seria mais rápida. Hoje em dia, um aparelho leva em média 12 a 16 dias para ser feito, um prazo que cairia para 3 a 5 dias, o que significaria mais iPhones nas lojas em muito menos tempo.

Saiba mais:

Tatiane Ribeiro

terça-feira, 8 de maio de 2012

Namorados(as) detetives? Não mais.

''Você tem um (a) namorado (a) ciumento (a) que adora mexer no seu iPhone? Está preocupado com a possibilidade de alguém furtar seu aparelho? Se a resposta para alguma das perguntas foi “sim”, vale conhecer o aplicativo Kit de Segurança, da iCandy. Compatível com o celular da Apple, ele custa US$ 0,99.


O programa cria uma área sigilosa dentro de seu smartphone, protegida por senha. A sacada é que ele pode disparar um alarme bem barulhento caso alguém pegue o aparelho sem autorização. Ele ainda pode tirar fotos de quem tenta furtar ou desbloquear seu aparelho. Para começar a utilizar o aplicativo, é preciso criar seu código secreto, composto pela sequência de movimentos do dedo na tela.''.




 Essa matéria foi publicada no site da UOL por Daniel dos Santos, em São Paulo. 

 

                                                                                                                                  Renata Bastos

domingo, 6 de maio de 2012

SOPA



 LEI DE COMBATE À PIRATARIA ONLINE 
O QUE O SOPA QUER DIZER? QUAIS AS ESPECULAÇÕES POR TRÁS DESSE PROJETO DE LEI AMERICANO?






SOPA (Stop Online Piracy Act) que traduzido é Lei de Combate à Pirataria Online, é um projeto de lei da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, que tem como objetivo a ampliação dos meios legais para que, detentores dos direitos autorais possam combater a veiculação de propriedade protegida e, de artigos falsificados ainda com mais autoridade. O que teoricamente parece ser correto e plausível, na verdade reúne uma série de discussões que tem movimentado o universo virtual da informação.
       Se esse projeto de lei for aprovado, inevitáveis preocupações surgirão por parte dos autores de conteúdo de todo o mundo, os EUA representariam a supremacia sobre toda informação veiculada, e não seria só uma ação sobre a proibição da pirataria, seria como uma forma de “ditadura” sobre a veiculação de sites no mundo virtual, não só haveria medidas preventivas sobre sites que propiciassem a pirataria, mas também sobre qualquer conteúdo julgado impróprio, como se qualquer conteúdo veiculado na internet representasse ameaça e fosse motivo para averiguação e possível apreensão, se o governo americano assim decidisse.
Esse projeto de lei também faria com que a liberdade de navegação por parte dos usuários se tornasse restrita, ter um negócio na internet ou compartilhar livremente qualquer bem cultural seria alvo dos “olhos americanos”. O SOPA também daria à Hollywood e às gravadoras poder de derrubar qualquer site que não fosse americano, e de impedir a veiculação do seu conteúdo apenas por suspeita de violação de propriedade intelectual.
Muitos acreditam que por trás dessa atitude estadunidense de combate à pirataria, haja na verdade desejo de controle sobre o meio virtual, não haveria nem mesmo possibilidade de recorrência por parte dos diretores dos sites considerados como ameaça, os sites seriam retirados do ar sem prévia informação. Seria uma ameaça de censura na internet por trás de uma máscara de benevolência? 
                                                                         Daiana Barasa

Confira o vídeo abaixo e tire as próprias conclusões: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=K3ORTCseHD8 

terça-feira, 1 de maio de 2012

Fandom

A IMPORTÂNCIA DOS FÃS DIANTE DO COMPETITIVO MUNDO MIDIÁTICO


Quando se fala em convergência das mídias logo surge um termo inexorável participante desta atual e necessária discussão, o Fandom. Mas o que seria? E qual a sua importância diante dos meios de comunicação?
Com tantos produtos midiáticos (seriados, programas de TV, reality shows, filmes, entre outros), surge uma preocupação renovada por parte dos produtores. Como garantir fidelização dos espectadores? Como chamar a atenção de um espectador com uma diversidade midiática colossal? Isso se torna possível por meio da Cultura Participativa, onde os fãs tornam-se mais do que espectadores, e não só fidelizam o programa (seriado, filme, reality show, etc.), mas também querem participar, querem discutir, querem criar a partir desta “paixão”. Enquanto por parte dos fãs o envolvimento é afetivo e intelectual, por parte dos produtores esse envolvimento é visto como estratégia para o competitivo mundo midiático, os fãs adoram o “produto” e os produtores delegam espaço delimitado para que, estes fãs possam de alguma forma participar.
Segundo Henry Jenkins (2009, p. 114), os produtores “na verdade sabem que se beneficiam da publicidade gratuita que os fãs representam”. Mas percebe-se em meio á essa fidelidade de fãs, questões relacionadas á crise de identidade. O desejo de uma pessoa em querer ser idêntica a determinado grupo, até pela demasiada necessidade de aceitação, gera discussões. Será que em um mundo contemporâneo onde todos têm o seu “espelho social”, crise de identidade poderia ser assunto vinculado ao termo Fandom? Não seria essa necessidade em se identificar que move o universo?
                                                                                Daiana Barasa

No link abaixo, você poderá identificar a importância dos fãs nos 10 anos de sucesso da série Survivor:

terça-feira, 24 de abril de 2012


A nova era tecnológica



      Alguns ''padrões'' de mídia estão se juntando e se transformando em algo maior, mais funcional/prático e também mais rentável. A internet e a televisão por exemplo.. Quantos programas hoje em dia não criam seus canais na internet? E as inúmeras coisas que podemos comprar pela internet? Os anúncios (comerciais) que passam no mais famoso site de vídeos do mundo? Agora você escolhe se quer ou não assisti-los. E a tecnologia das televisões que viram monitores de computador e vice-versa?                         
                 
    Tudo vem sendo remoldado, todos os veículos de comunicação de antigamente se encontram na internet, não é necessário ter um rádio para ouvir seus programas, e nem mesmo necessário ter um computador para acessar a internet. Cada vez crescendo mais esse elo das mídias, o que é totalmente vantajoso pra quem vende e pra quem compra. 

   Apesar de não ser acessível para todos, ainda assim a propaganda se tornou padronizada, o que gera resultados. Alguma dúvida sobre a convergência das mídias ser o futuro do marketing? A propósito...Há alguns anos atrás você imaginava que chegaríamos aonde estamos? E agora, consegue imaginar como AINDA será? SIM! Estamos vivendo a nova era tecnológica.

''O meio é a mensagem''. McLuhan

Renata Bastos





domingo, 15 de abril de 2012

Creative Commons


                                                 
                A CRIATIVA FORMA DE PERMISSÃO NOS DIREITOS AUTORAIS


            


O que é o Creative Commons? Como surgiu? Quem criou? Por que existe? São muitas as perguntas que rodeiam a sigla CC, mas não é tão complexo quanto parece. Surgiu a partir de muitas questões que envolviam os direitos autorais já existentes que, tornavam os mais diversos conteúdos (textos, músicas, imagens, filmes e outros) restritos a qualquer uso, já que para qualquer tipo de utilização, havia a necessidade de autorização do autor do conteúdo e isso gerava estrondosa burocracia. É como se o usuário e o autor fizessem as pazes por meio de uma criativa forma de imposição desses direitos.
O autor do conteúdo pode optar por diferentes tipos de licença disponíveis dentro desse projeto global chamado Creative Commons, que envolve mais de 40 países, e que constitui um novo modelo de gestão dos direitos autorais. Nesses tipos de licenciamento, o criador pode optar se disponibilizará seu conteúdo para uso comercial, se permitirá mudanças em sua obra ou se não permitirá nenhum uso.
Confira os tipos de licenças:
http://www.creativecommons.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=22&Itemid=35


O Creative Commons surgiu para facilitar o acesso as mais diversas obras, para evitar o grande abismo burocrático que havia, caso alguém quisesse utilizar determinado conteúdo. Assim, não há mais intermediários, pois o autor deixa claro qual o tipo de utilização que permite para a sua criação. É uma interessante forma de interação da qual participam criadores e usuários, onde o uso e a permissão compartilham benefícios em uma mesma política.




Daiana Barasa